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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

GUSTAVO FALCÃO – arte como manifestação humana

Por Pedro Paulo Rosa
Foto: Ravini Padilha
Revisão textual: Paulo Cappelli





O Hélio conversa com o ator, roteirista e empreendedor cultural Gustavo Falcão. De fala mansa e olhar atento, o maduro artista pensa sobre o seu ofício, problematiza o personagem Bartleby, o qual interpretou na montagem do diretor João Batista “Bartleby, o escriturário”, cujo texto original é de H. Melville. Gustavo, que é também diretor executivo do Lunático Café, assume-se um vocacionado para o teatro e afirma que o teatro que o escolheu. Valoriza a labuta diária e discute sobre as mudanças nas políticas culturais implementadas no Brasil. Ele conta para nós o quanto o filme e a peça “ A Máquina” marcaram o seu trabalho e a sua vida pessoal.

O HÉLIO: Como é que você encontrou o Teatro?

GUSTAVO FALCÃO: Eu comecei o teatro em Recife em 1994. Comecei publicidade e passei a usar esse tempo para fazer coisas para me atualizar. Aí, fiz um cursinho de computação para dar uma atualizada. Depois, fui fazer teatro. Minha irmã tinha acabado de entrar para o teatro no colégio em que estudávamos, o Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Recife. Então, em maio de 1994 iniciei artes cênicas com o Romero Andrade. Na verdade, Pedro, eu ia responder a pergunta dizendo que é o teatro que te acha. Você só descobre que o teatro te queria. Acho que é essa a relação que o artista tem com a arte. A arte te descobre, te acha e não ao contrário. É claro que tem uma coisa de suor, de empenho.

O.H.: Acredita em dom?

G.F.: Não, porque o dom extrapola nossas possibilidades. Todo mundo tem, inerentemente, um dom artístico. A arte é uma manifestação humana como o falar. Agora, o trabalho árduo, a labuta não te abandona. É a tal da dedicação. Aí acho que está a vocação. O esforço. Entende? Agora, potencialmente, qualquer pessoa pode fazer qualquer coisa. Vocação é você nascer com aquilo. E eu acho que tenho vocação para arte. Quando eu comecei a fazer teatro era um ator muito ruim. Hoje, acho que melhorei muito (RISOS). Melhorei graças à vocação. E ela me possibilitou. Descobri que não tinha a menor vocação para ser publicitário, que publicidade não tinha nada a ver com o que eu queria construir depois para minha vida.

O.H.: E o que você queria construir?

G.F.: (RISOS) Então, isso eu só fui descobrir bem depois. A primeira vez em que subi ao palco, descobri que o teatro tinha coisas que eu queria desenvolver para mim. Uma dessas coisas é que, através das possibilidades de você expressar sentimento e materializar histórias isso te promove um processo de autoconhecimento muito profundo. Porque esse processo te faz acessar determinadas áreas em você mesmo, tanto física quanto emocional, que são muito loucas! Isso mexeu muito com a minha percepção de mundo, com a minha relação com as pessoas! Isso era uma coisa que eu vim descobrir depois. Não se percebe isso na hora. Constatei que eu queria aperfeiçoar essa relação, com o potencial expressivo, de tornar sentimento em ação, gesto, fala. Uma outra característica que confirma que me fez querer teatro é a minha capacidade de abstração; muito facilmente me coloco no lugar e na posição do outro. Transito e vejo através do outro com muita facilidade. Quando eu descobri isso, vi que fazia sentido fazer teatro. E o teatro, no processo de interiorização, te pede que faça isso, que você viagem até o outro. O teatro me deu muito, me fez entender mais o mundo. Descobri que o teatro pode fazer isso com as outras pessoas também. Com o público! A gente pode gerar questionamentos, mudar a ordem da sociedade, das pessoas através do teatro. Através da arte. Vi que eu poderia, como ator, fazer isso. Enfim, reinventar o mundo através do teatro.

O.H.: Falando mais do Bartleby, a gente pode falar que ele é esvaziado? Eu tive um medo dele! Ao mesmo tempo, como Bartleby é carismático, né?

G.F.: Outras pessoas já comentaram que tiveram medo. O legal é perceber as diferentes impressões do público sobre esse personagem teatral. O Osmar Prado foi assistir à peça e fez uma interpretação que me chamou atenção – disse que Bartleby era um gênio incompreendido. Eu acho que ele não é definível.


GUSTAVO FALCÃO em seu espaço cultural no Jardim Botânico, LUNÁTICO CAFÉ




O.H.: Num tempo de tanta falação, ele é um personagem que assusta com tanto silêncio. Parece que ele expressa a dúvida e a certeza pelo mesmo silêncio.

G.F.: Exatamente. O Deleuze fala que o Bartleby é um texto que obriga o leitor a participar do conto. É como se o Melville (autor do texto) deixasse umas frestas que te obrigasse a completar aquilo do seu modo. É uma obra realista e ao mesmo tempo não é! Literatura já é meio assim, você tem que completar. Você tem que criar do outro lado, e o Melville te obriga a participar, a criar de uma maneira mais ativa. O Deleuze fala também que é uma asneira você tentar decifrar ou definir o Bartleby. O mais legal foi colocar o personagem no mundo e autorizar o leitor a levar o Bartleby sob seu modo de vê-lo para casa. E esse era o maior desafio para a gente, materializar isso! O grande desafio foi interpretar alguma coisa indefinível.

O.H.: Qual foi o ponto que você deu no personagem?

G.F.: Acho que o grande barato foi esse. Fui muito feliz, no final da peça, ao notar que não defini o que eu faria. Porque se eu tomasse uma opção para o meu Bartleby, se eu escolhesse uma, eu ia acabar induzindo o espectador a ir por um caminho determinado. E era exatamente isso que não poderia fazer. Não coube ao Melville fazer isso, como eu faria. Agora, como fazer isso no teatro? Há 15 dias da estreia, cheguei para o João (Batista, diretor da montagem teatral) e disse que não sabia o que fazer. E quando entendi que o que eu tinha de fazer era não fazer alguma coisa, que é diferente de não fazer nada. Era não fazer algo, porém também não fazer nada. Agora, depois da temporada, notei que era esse caminho labiríntico que eu precisava ter feito mesmo. Ver cada pessoa com uma impressão após o espetáculo me causou muita felicidade. E o João (Batista, diretor) é totalmente co-responsável por esse acerto. Ele parece, às vezes, um guruzinho porque meio que sabe exatamente o que vai acontecer lá na frente. Ele vai guiando e as coisas chegam aonde devem chegar. Ele foi muito parceiro e cúmplice dessa construção enigmática e labiríntica que foi o Bartleby. Agora, só para completar, o Bartleby não é vazio! Passam-se muitas coisas dentro dele. Se eu o fizesse esvaziado ou doidinho, essas seriam as únicas leituras possíveis. Ele tem que fazer alguma coisa sem que esta coisa seja exteriorizada. Sem dizer: “é isso!”. É como se nessa xícara você saiba que tem algo dentro, mas não sabe o que é. Eu preencho o Bartleby com algo que nem eu sei. Ninguém pode saber o que é, nem eu! Se na xícara tiver chá de limão e eu souber que é chá de limão, posso te dar a dica de que tem chá na xícara. É totalmente abstrato! Ando na corda bamba o tempo inteiro ao fazer Bartleby.

O.H.: Nossa, foi uma tarefa e tanto!

G.F.: Sim, muito complicado. Ainda mais que estamos acostumados a pensar que o ator atua. E você expressar algo que não quer definir é um desconserto. É desmontar o que o ator está acostumado a fazer.


O.H.: Como é conseguir achar o olhar desse personagem?

G.F.: Poxa, achar o olhar é uma coisa louca! Às vezes, no ensaio, a gente fazia algumas demonstrações, alguns esboços e o João sabia dizer na hora exata: “não é esse o olhar dele”. Quando o olhar estava do jeito certo, o João não sabia explicar que jeito tinha aquele olhar certo. Mas, quando eu olhava errado, o João sabia, em suas referências, dizer com o que o meu olhar estava parecido. (RISOS). Foi ficando claro que era para parecer algo que não fosse possível de identificar. E pra conseguir entender isso, cara?

O.H.: Para você difere muito a atuação entre cinema, TV e teatro?

G.F.: Difere. Mas, eu acho que só consigo entender essa diferença depois. É um entendimento que não é racional. Eu sei que tem diferença. Acho que são experiências que têm uma intersecção que se visitam, só que ao mesmo tempo são extremamente diferentes. Se tem uma coisa no teatro que é totalmente e radicalmente diferente é a experiência com o público. É saber que você está fazendo algo junto com quem te assiste. Você saber que o que está sendo apresentado está acontecendo no mesmo momento dentro da plateia e dentro do seu corpo. É um corpo só. Enquanto que no TV e no cinema, isso só acontece com quem você contracena e com a câmera. No cinema, a gente contracena com a câmera de certa forma. É a câmera que faz a ponte com o espectador. É um tipo de experiência completamente tecnológica e também louca! (RISOS). A energia que um ator e sua equipe vivem é captado pela câmera, ela imprime frame a frame a sua emoção gerada naquela cena e envia isso para o espectador. Eu acho o teatro, por ser mais simples, muito mais sofisticado justamente porque não há aparelhos nem ciência. É uma ciência do acreditar. Quando você, publico, se permite rodear pelo o que ocorre no palco, está acontecendo um fenômeno ali. E isso ainda se dá, felizmente, no século XXI. Algo de muito sagrado e profundo é compartilhado entre o que ocorre no palco e na plateia. Acho que, futuramente, no século XXII, os homens terão saudade dessa proximidade. Vão querer isso de volta. Atualmente, as pessoas estão inebriadas pela experiência com a imagem. Acho que, mais tarde, as pessoas irão voltar a querer ter essa experiência pessoal e emocional. O teatro é isso! Ele não é ensaio, o teatro – a experiência teatral – acontece com o público.


GUSTAVO FALCÃO fala sobre a experiência de filmar " A Máquina "



O.H.: Como foi a experiência de fazer o filme “A Máquina”?

G.F.: Ah... (pensativo) fazer o filme foi uma coisa tão especial para mim. Mais até que a peça. Porque o filme incluía a peça e o livro. De certa forma, o filme fechou um ciclo, uma história de “A Máquina”. Foi um registro de um período de vida na história da gente. Na minha história, na história de Lazinho (Lázaro Ramos), de Wagner (Moura) , de Karina (irmã de Gustavo), de João (Falcão), de Adriana (Falcão), de Vlad (Brichta). Então, interpretar o Antonio foi muito especial. O rumo que nossa vida juntos tomou foi muito fantástico. Viramos irmãos. O que esse filme gerou de desdobramentos foi absurdo. Lazinho foi fazer Madame Satã, Wagner foi fazer filme também.... sabe? Tudo isso meio que já estava escrito. Foi mais um momento inspirado do João (Falcão). É um filme que consegue, como muito poucos, possuir uma energia absolutamente cinematográfica e teatral, sem que uma negue a outra. É de um arrebatamento poético louco! Nada se exclui nesse trabalho.

O.H.: Algum momento marcante contracenando com Paulo Autran?

G.F.: Ah, tiveram vários, cara, vários! Fumamos vários cigarros juntos, conversamos muito. (pensativo) Vai ficar um pouco cafona falar isso, mas... olhava o Paulo Autran e percebia que, no cheiro dele, no jeito como ele olhava, que a sua vida era totalmente dedicada ao ofício dele, ao teatro. À arte. E isso está cada vez mais raro de um ator ter. Era difícil olhar para ele e não ver isso. Paulo tinha uma história de vida dedicada ao teatro. Tanto no pensamento quanto nas ações. Ele tinha um talento sensacional. Um talento que vinha e se sustentava por essa dedicação e paixão incondicional que ele tinha pelo teatro. Isso me inspirava. Era muito bonito de ver. Quando ele gravou, a gente notava o seu corpo já velinho, mas quando ele ia para a cena, algo acontecia. Ele se engrandecia e você dizia: nada pode ser maior do que isso.

O.H.: Para você tem alguma fronteira entre arte e entretenimento?

G.F.: Sim. Eles estão muito misturados. Agora, você se entretêm batendo um papo, andando de bicicleta. Agora, arte requer outras coisas. Muitas vezes arte pode também entreter como também pode não entreter em nada. Arte pode incomodar, inclusive, desentreter. E talvez a gente viva uma crise da identidade disso. Existe um problema que é o seguinte: a gente começou a criar um modelo de produção, de gestão de projetos culturais que envolve quase uma auto-suficiência do projeto. Antes, era muito claro o percurso das coisas. Você fazia uma peça com a grana do banco. Depois, pagava com a bilheteria. Hoje, tudo mudou. O viés comercial cresceu muito e gerou em nós outra coisa. Você quase não consegue, hoje, conceber um projeto sem patrocínio. Acho que a gente precisa pensar. Mas, sem nos paralisar. Existe uma outra questão: o patrocínio, a longo prazo, tem outra natureza. O patrocinador de hoje não é um mecenas. É um investidor. Espera retorno. Espera ganhar dinheiro com o artista; hoje ter público acaba sendo um compromisso. Tem que dar a tal bilheteria. Quero dizer que houve um crescimento dessa arte comercial. E a arte que é chamada mais de arte autoral, que é mais abstrata e experimental e que, eventualmente, atrai menos público, foi ficando um pouco em xeque. Por isso, é muito difícil um projeto sem pensar patrocínio, sem pensar público alvo sobreviver. Nesse sentido, como chegar num bom número de público? Como aprofundar? Agora, falta um monte de coisas. O Brasil é um país onde a distribuição social e cultural é assimétrica. Difícil você pensar que uma pessoa que ganha um salário mínimo venha fazer aulas de acrobacia, por exemplo! Ou pagar R$10 para assistir a uma peça de teatro. Agora, tem também a questão da arte ainda ser vista, no Brasil, como um produto supérfluo. Arte tem que ser estruturada na vida de uma pessoa desde pequena.

O.H.: Como nasceu a ideia do Lunático Café, Gustavo?

G.F.: Essa ideia veio muito de Juliana (esposa de Gustavo Falcão). E eu comecei a dar aula de acrobacia junto com ela. E eu acho que a gente foi percebendo o potencial do nosso trabalho. Não só pela técnica, mas o nosso trabalho estava proporcionando uma vivência artística para as pessoas. Sempre buscamos, dentro da técnica, emergir uma expressividade próxima à teatralidade. Aqui, a gente tem aula de ballet, acrobacia e música. É muito legal você ver um médico, um advogado, um publicitário indo para o palco fazer acrobacia! Os caras nunca iam vivenciar isso. Isso é se reinventar. Quando é que eles passariam por aquilo? Eu e Juliana, vendo essa transformação, pensamos em abrir mesmo um espaço. Fora isso, algumas circunstâncias nos levaram a isso.

O.H.: E por que o nome Lunático?

G.F.: Isso foi uma viagem da Adriana Falcão. Nós juntamos toda essa vivência que tínhamos com alunos mais o sonho da Juliana. Juntamos dez pessoas para abrir o centro cultural! Eu, Juliana, Wagner (Moura), João (Falcão), Adriana (Falcão), Vladimir (Brichta), Lázaro (Ramos), Bruno Garcia e Lucio Mauro Filho e o Zé Britto. Mas, nós tivemos que reduzir o plano. Eu e Juliana nos juntamos ao João e à Adriana. Num brainstorm da vida, buscamos algo que estivesse fora do chão. E aí, um dia, Adriana teve o lampejo do nome Lunático. É um nome gostoso de você falar. E tem relação com lua. Eu gosto muito.

Equipe O HÉLIO trabalhando



O.H.: Como é que essa beleza da arte entra no mundo político? Qual é a sua visão sobre a política?

G.F.: As políticas culturais estão em desenvolvimento, estão se estruturando. Acho bom o artista ter, no mínimo, uma vaga noção. Até porque, não só para entendermos o que está sendo feito com a arte, é preciso você ser cidadão, ser trabalhador. Hoje estamos vivendo um fenômeno, por conta da modernização pela qual o país está passando, o artista está ficando cada vez mais empreendedor dos seus projetos. Então, tem muita gente produzindo, montando espaços culturais, como é o meu caso, o caso do Nanini, do Guindane etc. É claro que a essência criativa do artista é caótica e não cabe à política. O barato de hoje é você conseguir conciliar. Ou seja, não perder a loucura, a abstração, mas também saber onde pisa. Eu não sou um descrente com a política não, só com algumas pessoas da política. O governo Lula, devido ao político que o Lula foi e é, uma figura fascinante, deixou o jogo político ser prazeroso demais. Talvez, esse prazer pelo jogo político, tenha feito emergir esse fisiologismo, essa corrupção toda. O Lula cruzou fronteiras que muita gente não cruzou. Por outro lado, expôs a flor da pele uma característica, um hábito terrível da política brasileira que é o fisiologismo político. Ele melhorou muita coisa, mas a reboque fez emergir um monte de falhas. Hoje, está muito difícil dizer: “eu acredito no PT”. Então, hoje prefiro acreditar em pessoas bacanas do PT, sabe?

O.H.: O que você tem a dizer sobre o teatro de rua?

G.F.: Acho lindo, acho um negócio super difícil. Eu já fiz. Há uma potência no teatro de rua que é uma energia arcaica do teatro. Me faz sentir o teatro medieval. Teatro de rua é comunicação olho no olho. O teatro italiano, por sua vez, criou uma outra relação, bem diferente da relação do teatro de rua.

O.H.: Como é que você se despede dos seus personagens?





G.F.: Na verdade, eu não me despeço não. Eu vou deixando ele ali. Com calma, ele sai ou depois volta (RISOS). Bartleby, Antonio e tantos outros personagens. O personagem ganha uma certa autonomia, pelo menos para mim. O que eu vivi interpretando o Antonio da “A Máquina” vai ficar comigo para sempre. Os meus personagens se realizaram junto com o público, com os espectadores. Eles não se encerram em mim. Os personagens vivem apesar de mim. Eles estão em algum lugar. E a experiência que compartilhamos é uma coisa que fica gravada. Na minha alma, no meu corpo, no meu coração. E na memória. Agora, o Bartleby, tenho a sensação de que não vou encontrá-lo mais. Eu acho que ele, talvez, deixe de existir. Será que ele deixa de existir porque eu deixo de acreditar nele? Não sei... (RISOS). O que fica comigo é todo esse registro que está dentro e que vai ficar comigo para sempre.


Com imensa e bela sensibilidade, Gustavo Falcão demonstra estar a serviço da arte, e ter nessa manifestação a essência de sua humanidade; a certeza de que é vivo e transformativo como ser humano e como ser ator.


LINKS RELACIONADOS:

www.youtube.com/mrohelio

4 comentários:

  1. òtima a entrevista, Peu.
    Graças, claro, aos dois: voce, que sabe perguntar, e ao Gustavo, que tem muito o que dizer, expressar e desenvolver.
    Beijos.

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  2. Eu ja tinha curtido muito o trabalho do Gustavo Falcão em A Máquina (particularmente, meu filme brasileiro predileto), mas nao conhecia muito as ideias do ator. Gostei muito da entrevista! Parabens à equipe e ao Gustavo!

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  3. parabens pelo seu trbalho no filme a maquina assitir e adorei,,,o elenco muito a mariana ximenes lida como sempre e grande atriz..lindos vcs dois,,

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